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Django – Firsts steps com Py

Queria dar uma cutucada em Python há eras, tô procrastinando saporra, mas tamo enfim aqui…
A idéia é fazer um sitezinho bobo pra sentir o Django de leve. Tava aqui navegando nos sites de artes da vida e pensei em testar só salvando imagens, recebendo sempre o endereço e exibindo todas numa maçaroca mesmo. A la Pinterest? Não manjo muito, só lembro das imagens bagunçadas.

Vamos começar configurando o ambiente.
Bom, eu fiz algum post aí onde eu já passei o link para instalar o Python. Mas vamos no passo-a-passo, já que não tem muita coisa de Python @ Windows por aí.

Baixei o Python em http://www.python.org/getit/, versão 3.3.3. Instalação é orientada a next next.

Baixei o Django em http://www.djangoproject.com/download/, ultima versão também (1.6) em tar.gz. Descompactei e instalei via linha de comando:

python C:\django\setup.py install

A maioria dos tutoriais que eu achei fazem os primeiros passos com SQLite. Me recuso. Vamos de MySQL!

MySQL eu tô utilizando pelo xampp, baixa aqui http://www.apachefriends.org/pt_br/xampp.html. É moleza, descompactou, abre o control e dá um start no mysql. Simples como a vida.

Agora para instalar o drive é necessário o setuptools https://pypi.python.org/pypi/setuptools, e aí rola o https://pypi.python.org/pypi/PyMySQL. A instalação é no mesmo esquema do Django, install no setup.py.

Ambiente configurado… let’s go!

PHP charset problems

Post rápido para um teste rápido.

Estava fazendo um formulariozinho pão-com-ovo aqui só para relembrar o básico do básico do PHP (post depois), porque eu fui criada a CodeIgniter, né? Programadora criada pela vó.
Acontece que o primeiro problema que eu sempre tive fazendo um negocinho rápido em PHP é o charset que fica todo cagado.

Resolução simples:

<META HTTP-EQUIV="Content-Type" CONTENT="text/html; charset=UTF-8" />

Já aproveitem o som também:

Python – Conferencia brasileira 2013

Alou terraqueos! Voltando aqui com uma linguagem diferente do habitual (que eu acho bem louca, mas nunca tinha parado pra futucar mais fundo): PYTHON.

Ela e Ruby são as linguagens que eu acho mais bonitas na atualidade, não desmerecendo minha linda C#, são focos diferentes… não tem como não gostar de uma linguagem que obriga edentação, a nao ser que você faca parte do bonde-do-codifico-com-a-bunda.
Apareceu a oportunidade de ir na conferencia e apesar de eu (quase) não manjar picas dela (eu acredito que nao existe um programador que nao manje nada de uma linguagem, pra mim programador se vira com qqr uma) eu fui que fui, aproveitar para conhecer Brasilia também.

Eu sou bem fã de conferencia: resumo de conteudos interessantes e voce vai filtrando para ver o que quer focar, é bem eficiente quando você ta naquela fase preguiça de correr atras. É um live feed, rs. E além de tudo eu também queria ver dos palestrantes da Globo.com como eles faziam os frameworks web do Python ficarem performaticos (eles tem bastante fama de ‘lentos’), saber mais opções para web tirando o Django e etc. etc..

Das minhas anotações de coisas relevantes para passar um tempo nerdiando foram:

Django – que tem como forte a admin e orm.
Tornado – que é escalavel e tem async.
Flask – um cara mais simples, onde você escolhe os plugins adicionais.
Web.py – reza a lenda que é melhor começar por ele, mais easy use.

Para templates tem o Jinja2 e o Cheetah.

Para Android o Kivy e o SL4a.

Nginx (servidor proxy, cache, blabla) e Crab (sistema de recomendação) são extras!

E sobre a performance: o negócio é desvincular do framework, basicamente eles costumam gerar htmls puros que são gerados de tempos em tempos e tcharan! Simples como a vida.

Vou fazer uns testes com Python nos proximos posts, então já vamos instalando http://www.python.org/download/releases/3.3.2/ 🙂

Por fim… Brasilia é linda, arquitetura para deixar qualquer um boquiaberto, de noite é linda++. Tem pontos ruins para quem não é muito fã de carro: as coisas são distantes, não tem calçadas, quase ninguem se locomove de bicicleta e é um calor da bixiga. Mas vale a pena conhecer.

Pingado – Monitoramento de webservices

SOA! Ando respirando isso, ai ai. Lembro a 2 anos atras quando eu queria pq queria viver isso day-by-day … Demorou, mas estou aqui, ein? Hehehehe. E ainda bem que demorou, hoje entendo a maturidade que um dev precisa ter para levar um projeto bacana nessa arquitetura .. seguimos aprendendo! But let’s go 🙂

A vida não é só flores e amor, preciso medir a disponibilidade de um projeto … preciso de alertas para manter essa disponibilidade caso ela esteja em risco. Como tudo é serviço, uma das maneiras que pensei em manter o espirito de escoteiro (SEMPRE ALERTA!) é pingando os benditos! Incrivelmente não achei nada free para fazer isso, estou cheia de coisas para testar (windows 8, visual studio 2012, github, frameworks, etc.) entao resolvi dar um start nisso. Vamos ver até onde vou!

FIRST STEP, instalar esse ambiente que quero testar.

Windows 8 tá muito rápido e a usabilidade dele tá maneira. É meio chato de inicio porque já estamos no modo automatico com a barra de inicialização e tal, mas uma semaninha usando como usuario n00b e já estou bem familiarizada. Ele é bonitão e não achei nada contra ainda além de ter que ter conta na live. Bug todo mundo tem então … pls, don’t tell me that gave a blue screen.

http://www.reddit.com/r/windows8/comments/1d3dok/why_dont_people_like_windows_8/
http://www.techradar.com/reviews/pc-mac/software/operating-systems/windows-8-1093002/review
http://www.reddit.com/r/windows8/comments/168ybd/windows_8_is_a_fantastic_os_why_do_so_many_people/

Visual Studio 2012: IDE mais sensacional não ha! Acho que é ela quem mantém meu relacionamento sério com o .NET. Dá um look http://msdn.microsoft.com/en-us/library/vstudio/bb386063.aspx.

Cadastrinho maroto no Github. Eu havia feito um teste já acompanhando o curso da Code School: Try Git. Recomendo, é free e objetivo.

Instalei também o plugin para o VS.

E claro, meu tema preferido do VS. Aqui tem mais: http://studiostyl.es/.

Ambiente semi pronto, proximo post tem codigo com farinha.

Testada no Windows Azure – Worker Roler

Esses dias (faz tempo) tive a super genial idéia de trollar a @CrisFSantana, que mais parece um relogio no twitter, criando um serviço pra tweetar todas as horas iguais ou palindromes, dar “bom dia pra voce .. ” e outras funcionalidades que estao por vir ahahhah.

Daí juntando ao agradável, fui colocar o serviço agora no Azure, que eu estava para testar a anos luz.

Bom, super primeiramente eu instalei o Windows Azure Tools for Microsoft Visual Studio, que tem quatrilhões de pré-requisitos, mas é sussa .. Web Platform Installer faz todo esse trampo alone.

Segundo que eu descobri que o “Windows Service” do Azure é o “Worker Roler”, desenvolve-se praticamente do mesmo jeito, acho que não tem nenhuma diferença considerável não (levemos em consideração que não desenvolvi nada bruto).

Me cadastrei > Novo Serviço Hospedado

Novo serviço

 

“Local do pacote” é um publish próprio pro Azure (além de poder fazer o publish direto do VS). Quando você fizer esse publish, ele cria também um “Arquivo de configuração”.

 

Package

 

A partir disso, ele já configura e starta seu serviço automáticamente.
Não precisei de nada parrudo ainda, então não fui muito longe. Mas já desvendei um publishizinho e matei minha curiosidade de saber como era o painel. 😛
Confesso que é meio estranho deixar “tudo na mão do Azure”, não ver os arquivos físicos dá uma agoniazinha, mas vamos ver .. depois vou dar uma cutucada no sql e registro aqui!

E ha! @crisfeelings