Arquivos da categoria: Lifestyle

Hotspot – Compartilhe sua wi-fi, por wi-fi, no seu Windows 8

Cheguei no hotel, o cara passou a senha da wi-fi e já lançou: “só pode um device por vez”. Tá de brinks, né?
Eu to trampando e tô aqui, limitar acesso por device é muito ridiculo, só pra cobrar mais. E se vem uma familia?
Já cheguei e compartilhei a wi-fi do meu note, agora vai. Fica a dica:

1 – Abra o prompt de comando como administrador.
2 – Digite: netsh wlan set hostednetwork mode=allow ssid=leleka key=123456, onde leleka vai ser o nome da conexão e 123456 será a senha da mesma.
3 – Depois inicie sua rede, digitando: netsh wlan start hostednetwork

4 – Entre em Painel de Controle\Rede e Internet\Conexões de Rede e clique em propriedades da sua Wi-Fi.

5 – Na aba Compartilhamento, check o campo de permissão de compatilhamento de internet e selecione sua conexão criada.

6- Liberem a senha para todos os hospedes, rs.

Enjoy! 🙂

Trello – Kanban online

Sumi de novo, tava de mudança. Inclusive em breve tem post da vida ai com moveis sustentaveis, hahahah.
Vamos tentar retomar o ritmo aqui novamente mais uma vez de novo! 🙂

Tinha uns rascunhos aqui de umas coisas que estava vendo um tempo atras, vou começar a liberar. Começando pelo Trello!

Acho que eu já tinha comentado que eu trabalho remoto, com a equipe toda remota. Então para termos alinhamento do que está acontecendo no projeto como um todo fica bem complicado.
Conversei com o @erickwilder e ele me indicou o Trello para “kanban” online, falando porcamente.

É muito foda e é free. <3 Aproveitem!

Primeiro mês trampando por “conta” – freelancer

Faz uns 2 anos que eu não pensava na palavra freela, por puro medo de outro cliente chato invadir minha vida novamente. Fiz uns freelas legais sozinha e com dois amigos, mas ganhei pouca grana e muita mas MUITA dor de cabeça. O cliente não tinha o minimo respeito pela gente e a gente vivia atrasando os jobs, fora que eu fazia esses trampos extra um trampo de 8hrs, era uma qualidade de vida horrenda, HAHAHAHA. Mas deu para aprender bastante.

Hoje faz um mês que estou full time nesse estilo de vida, foi uma decisão dificil trocar a segurança de um salario legal todo fim do mês pela liberdade. Na teoria parece uma decisão fácil, mas com as contas na mão a pegada é outra. Atualmente tenho um trampo fixo mensal que faço da onde eu quiser, o que deu uma boa ajuda para eu tomar a decisão de sair dessa vida de 8hrs trancada no escritorio.

Eu, que não gostava muito de trabalhar de casa, tenho uma vaga fixa em um coworking próximo ao metro, para não ser dificil de chegar. E incrivelmente, ultimamente, tenho me achado mais produtiva de casa até do que do cow. Mas a opção de trabalhar de outros lugares é maravilhosa. Aquele dia arrastado que eu tinha no escritorio por não querer estar ali nao acontece mais, eu trabalho de outro local ou simplesmente deixo para trabalhar mais tarde ou compenso no outro dia. Sempre com a responsabilidade do cronograma passado.

Os aprendizados desde esse tempo e apos muitas pesquisas que fiz antes de largar o job que eu tenho colocado em prática hoje:

  • Dê noticias. Boas ou más, elas são necessárias. Melhor uma má notícia para restruturar o cronograma do que “silêncio no rádio”. Tenho passado um email com status das minhas tarefas pelo menos de 2 em 2 dias, até porque ainda estou me acostumando com esse negocio de estar longe do time.
  • Não seja o ligeirinho nos cronogramas. Dê um cronograma confortável. É absurdamente melhor você adiantar do que atrasar. Imprevistos acontecem.
  • Organize-se. É dificil, mas é necessario o minimo de organização. Saiba quanto tempo você vai trabalhar, se vai folgar feriados e conte isso nos seus prazos. Saiba onde está seus arquivos/coisas. Tenha backups. Se você tiver que se achar todo dia de antes de começar a trampar, você perde tempo.
  • Mantenha suas tarefas anotadas. Sua cabeça voa e você esquece o que precisa fazer. Tenho utilizado o Wunderlist para isso. Junto com o Google Calendar.

Há pessoas que não se acostumam com a falta de um lugar fixo para o trampo, aqueles “amigos fixos” que estão do seu lado diariamente. No meu ponto de vista o trampo é para trampar, se você não vai produzir e quer fumar e trocar uma ideia com o amigo, vá para o bar. É por essas que somos trancados legalmente no escritorio por 8hrs para produzir 6 ou 5hrs (sendo otimista).

Hoje eu ainda não consegui me organizar muito bem, quanto a horarios e tal. A idéia é que eu consiga me ajustar (quero muito trabalhar mais cedo), tente usar ferramentas online para nos atualizarmos e fazer daily meeting via Skype ou Hangout. Tô com um time nesse trampo e sinto falta de informacoes do que está acontecendo.

Mas até entao esse modelo de job está com saldo positivo.

Apareço com mais noticias!

Inspirações do post:

http://blog.ftofani.com/algumas-dicas-para-quem-quer-trabalhar-de-casa/

http://papodehomem.com.br/trabalhar-de-casa-e-uma-merda/

 

Desenvolvimento ágil e a criação de robôs

Eu sempre fui muito fã de scrum, muito mesmo. Só que só agora que eu tive a oportunidade de trabalhar com ele.

Hoje voltando serelepe no metro eu parei, pensei e PORRA! Ele dá um block na criatividade absurdo.
Somos maquinas de produção, que executam mini tarefinhas que alguem ja pensou em como fazer por nós.
É broxante. Robôs.

Talvez algumas coisas dele até sejam proveitosas, but entre ele e go horse eu não tenho mais dúvidas do que prefiro.

Diário de Bordo – Belo Horizonte MG

A Vida De Viajantes alternativos sempre reserva surpresas. Às vezes, bastante interessantes.
Como sempre munidos de pouco planejamento e muita curiosidade, embarcamos na quinta de manhã rumo Belo Horizonte. Primeira surpresa: nosso voo era pra Confins. Fazendo um paralelo com São Paulo, é como se divertimos ido pra Guarulhos, e o desafio era chegar em São Paulo de verdade. Depois de descobrir que o Táxi custaria por vota de 95 reais, achamos um ônibus que levava até o outro aeroporto, o da Pampulha, por 8,90. Lindo!
Chegamos na lagoa da Pampulha. E nossa hospedagem era do outro lado dela. Resolvemos ir andando mesmo. Um pouco mais de 1 hora de caminhada e já conhecemos Mineirão, Mineirinho e uma ou outra paisagem da lagoa. O achado do dia: Um ponto de caldo de cana e frutas que vendia pedaços de abacaxi gelados a 2 reais.
_ O abacaxi mais doce que você vai comer!
Nosso desafio seguinte foi encontrar o número do lugar na rua. De repente era 400, depois o 621, depois o 570.. Quer dizer, negócio foi usar a sorte!
Nossa hospedam merece uma descrição a parte! Descolamos a hospedagem através do Airbnb, ou seja, uma casa onde a dona aluga quartos em um espaço compartilhado. Tinha tudo pra dar problema, mas não deu! A dona da casa, a Lily
_ Ele i ele ipsolon desde pequena!
Uma coroa superprafrentex recebeu a gente com toda a simpatia. O lugar, um quintal grande com galinhas, horta, árvores e vários puxadinhos. Ela nos acomodou em um pequeno apê no segundo piso, com sala, cozinha, banheiro e 2 quartos. Um seria nosso e o outro de um casal que chegou mais tarde. A sala, com dois sofás antigos e uma mesa cobertos com colcha de crochê e uma estante com tv, micro system e um toca discos. do lado, uma coleção de LPs de quem curtiu Woodstock. A cozinha com geladeira, fogão, pia e tanque, também tinha alguns utensílios disponíveis pra nisso uso compartilhado com o casal. Enquanto nos acomodávamos a Lily quis saber se precisávamos de algo e nos ofereceu, primeira lição de mineirês:

Lado Norte da Lagoa

_ Dentifrício. Vocês trouxeram?
Eu logo pedi pra que repetisse o nome local pra pasta dental pra que eu pudesse anotar.
Devidamente acomodados, partimos para o almoço. Um self-service próximo a hospedagem, chamado Toca do Côco, onde deu pra experimentar o famoso feijão tropeiro de Minas e aprender a segunda lição de mineirês. Aqui todo salgado em pacotinho é “chips”, inclusive batatas Ruffles.
— Cobra aqui no débito, por favor.
— (ler com sotaque mineiro) O chips também é de vocês?
— O que?
— (ler com sotaque mineiro) O chips!
— A Ruffles?!
— Isso!
(anotado)
Resolvida a questão alimentar. Próxima etapa, como bons turistas alternativos que somos, alugar bicicletas. Descobrimos através do site que a locadora de bicicletas ficava, apenas, do outro lado da lagoa. Nessa caminhada descobrimos que o lado Oeste-Norte da lagoa da Pampulha não tem lagoa. Só se vê mato (e plaquinhas escritas “Lagoa da Pampulha”, quer dizer). Mas as casas residenciais e locais para eventos são tão pomposas quanto nas outras margens.
O rapaz da locação de bikes tinha a simpatia comum aos mineiros que conversamos.
_ Tem diária sim. A gente bota as bicicleta novinhas lá procêis. A com marcha é 80 o dia a comum 40.
_ A gente gosta de pedalar sem marcha mesmo! 😀
Lembrar de levar cadeado da próxima vez que pretendermos alugar bikes, tivemos que comprar um. Bikes no pedal, seguimos pedalando no entorno da lago, sentido horário, conhecendo o Complexo Niemeyer. Museu de Arte da Pampulha (MAP), Casa do Lago, Iate Tênis Clube, igreja de São Francisco. O MAP é, sem dúvida, o destaque do complexo. As curvas características da arquitetura Niemeyer, jardins de Burle Marx (precisando de um cuidadinho) e lindas esculturas. Gastamos algumas horas nas gramas do MAP que oferecem vista pra lagoa com sombra e brisa fresca.
_ Moça, pode me dizer onde tem um mercado por aqui? Ou padaria com mercadinho?
_ Oh.. Cês seguindo essa rua aqui, depois da praça nova lá mais adiante, tem uma padaria. Mercado, mercado mesmo só depois do Mineirão.
Como “depois do Mineirão”, provavelmente, significaria subida, fomos atrás da padaria. Depois de pedir informação pra mais duas pessoas diferentes descobrimos o real sentido do “logo ali” do mineiro: longe toda vida.
O nosso segundo dia foi o dia de explorar a cidade no pedal. Resolvemos dar a volta pelo lado Norte da Pampulha, pra passar na locadora e dar uma acertada nas bikes e depois descer pela Presidente Antônio Carlos até o Centro de BH. Em uma nova comparação com São Paulo, seria como pedalar da Vila Mariana até o Capão, pela 23 de Maio com as subidas e descidas da Vergueiro. Os mesmos 22 quilômetros. Com as nossas bicicletas não preparadas para o percurso já é possível imaginar o quanto estávamos mortos ao final. Mas a nossa falta de fôlego quase nos causou problemas. Pois por desistir de um viaduto tentando evitar mais uma subida, pegamos um atalho por uma passarela de pedestres que quase saiu caro demais.

Nossas bikes

_ Oi?! Sabe me dizer se aquela passarela vai dar próximo à rua Curitiba?
_ Oh! Vai sim sabe. Só ceis descer e tem um caminhozim assim, ele vai dar nela.
_ Legal.
_ Mas eu tenho um caminho melhor procês. Cês vai pela passarela, daí tem um caminzin assim, cês pegam ele e vai dar nela.
_ Bacana, brigada.
_ Mas oh! Eu tenho um caminho melhor ainda. Cês vai pela passarela, daí tem um caminzin assim, bem ali de frente, cês pegam ele e vai dar nela.
Até agora não sabemos se o cara mudava de ideia a cada novo caminho, ou ele tinha algum tipo de toque. Passamos pela passarela que mais parecia uma feira-livre de tudo o que pode-se imaginar. A tal passarela terminava em uma região conhecida por Lagoinha. E a pior ideia que tive foi parar pra comprar uma água.
_ Olha água geladinha um real a garrafa!
Em dois minutos fomos abordados por três diferentes pessoas pedindo dinheiro, uma delas vendendo uma luzinha de alerta de bicicleta quebrada, os outros só pedindo grana mesmo. E na situação mais tensa da viagem. O terceiro tentou, sem muito disfarçar, levar minha carteira. Mas tropeçou e a ação dele, pra minha sorte, não deu certo. Saímos dali o mais rápido possível e poucos quadras a frente parecíamos estar em outra cidade. Prédios novos e bonitos, árvores estrondosas, um centro lindo.
No centro de Belo Horizonte existe uma praça chamada Praça da Liberdade.
_ Um lugar que vocês não podem deixar de conhecer é a Praça da Liberdade, ou como o povo fala por aqui, pazdaliberdade.
Ali se concentra o Circuito Cultural da Liberdade. Recomendadíssimo! São vários museus incríveis. Conseguimos visitar o da UFMG, de história natural, evolução humana e do universo, tem inclusive um planetário que infelizmente não conseguimos conhecer. E o Memorial de Minas Gerais Vale, com 4 pavimentos falando da história, artistas e autores de Minas. Ambos museus bastante hightech, com elementos sensacionais. Deu tempo ainda de curtir um artista de rua de qualidade que tocava um violão ótimo na praça, antes dos 22km de volta, pela Dom Pedro e a Carlos Luz (porque quanto mais caminhos diferentes se faz, mais coisas legais se conhece).
Acordamos pro terceiro dia em BH destruídos, por mais pedalantes que sejamos, não é todo dia que fazemos 45km de ladeiras em bicicletas simples. O programa da manhã incluiu uma visita ao Mineirão, ou ao lado de fora dele, que foi o que conseguimos conhecer. Mais uma meia volta na lagoa, assistir à um duelo de MCs no Museu de Arte na Pampulha e o melhor almoço mineiro do feriado. Um espeto à parmegiana com queijo de Minas no restaurante Churrasquinho da Lagoa. Até a vegana do rolê se fartou nas batatas fritas com temperinho especial, sensacionais e nas deliciosas mandioquinhas fritas. Recomendado.
Fim do terceiro dia, bicicletas devolvidas, mais meia volta, agora a pé, na lagoa pra voltar pra hospedagem, e nossa última lição de mineirês, uma guria local que ouvia um funk no seu radinho em um dos mirantes da Lagoa:
_ Essa tua tatuagem é muito esparrada.
Um olha para o outro.
_ Desculpa. A gente não é daqui. É muito o que?

Pampulha da Casa do Baile

_ Esparrada. Chama atenção assim sabe?! Que todo mundo quer.
Pra fechar nossa estadia em Belo Horizonte, havíamos combinado com o filho da Lily, estudante de gastronomia, um jantar vegano a critério dele. O casal que era nosso companheiro de hospedagem, também agregou a ideia e tivemos um jantar super agradável e saboroso, com alguns pratos que eu não lembro o nome, e um monte de troca de ideias com nossos companheiros de hospedagem e o anfitrião.
Um passeio pela borda do parque ecológico pra respirar a noite belo-horizontina e acordar cedinJuho para voar de volta pra casa.

O saldo desses três dias passados em Belo Horizonte foi bastante positivo. Algo que recomendo a qualquer um que for conhecer um lugar novo é: ande a pé ou pedale. Pergunte sobre tudo o que não conhecer. Converse com pessoas na rua. Troque cultura, ideias, sotaques, histórias, experiências. Certamente sua viagem será bem melhor aproveitada e as melhores lembranças trazidas na volta pra casa serão as recordações.

ps. Não deixem de clicar nos links ao longo do texto

O texto acima é um oferecimento @CrisFSantana (http://euarticulando.blogspot.com.br/2013/11/diario-de-bordo-belo-horizonte-mg.html).

Sobre férias e a eurotrip

Estou na primeira ferias da minha vida, puta sensação maravilhosa de não se preocupar com o que você precisa resolver amanha, bem bom mesmo. Desde meu first trampo, a 7 anos atras (tô velha) eu nunca havia tido essa chance. Acho que vou virar hippie.

Aproveitando a chance de ficar de boa, mais todos os anos acumulados de ferias que não tirei, mais um pouquinho de poupança e uma cia foda disponível (@rodrigosansao), encarei a eurotrip (como é visível no post anterior) .. eu queria tirar Londres, o Hellfest e a Alemanha só dos sonhos. Só tinha dois problemas: sou claustrofóbica e tenho medo de altura. A ideia de ficar 15hrs com a bunda num trambolho fechado a 3km de altura me dava tontura. Mas … foda-se, vamos!


Tudo a Deus dará como a gente gosta! 😛

Dusseldorf: foi só um dia de conexão mas foi foda, o lugar é lindo, bem cidade de interior que você vai pra passar com a familia jogando truco,  comendo pra porra e conversando enquanto admira a paisagem do lugar. Todo mundo usa bike. Alem de ser a terra natal do Diary of Dreams (descobri só depois e caguei nas calças com delay).

Hamburgo: cidade portuária lindíssima, a arquitetura é brutalmente magnetica! As pessoas são ótimas, tem muito puteiro e sex shop (fiquei na rua certa). E os parques são sensacionais!

Depeche mode

Berlim: cara, é bem bonitona, mas tao caótica quanto SP. Eu queria mesmo era conhecer a noite EBM de la, mas passei começo de semana, so …

Nantes: não esperava um tostão furado desse lugar, acho que foi por isso que ficamos tao surpreendidos! FDS a galera faz baladas na rua, frequentada por todas as idades, bem vida boemia mesmo. Tinha castelo e catedral bem próximo ao centro, bem surreal. Muita charmosa.

Hellfest

Paris: suvaco suado define. Gente do céu, o que é aquele cheiro? Mas a cidade é bem charmosa, como falam mesmo. O pessoal adora um picnic com cachaça com os familiares/amados em volta da Torre Eiffel, vibe gostosona.

Amsterdam: bike, maconha (a cidade cheira a erva!), sexo e uma cidade lindíssima. É bem indescritível. 🙂

Londres: CARALHAS! Que cidade maravilhosa! Diversidade cultural admiravel (adoro como os europeus parecem estar cagando para que os outros pensam), parques fodas, monumentos turistais bem bacanas … não sei nem o que estou fazendo no Brasil ainda. Único ponto ruim é que la tem cheiro de suvaco too, que parecem vir dos indianos (e tem mais indiano que a Índia).

Varias presepadas lá que vão ficar pra historia! Hahahah
http://www.flickr.com/photos/lekaverta/

E sobre os cagaços: Preciso de novos!