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Could not load file or assembly ‘DotNetOpenAuth.Core’

Delicias a parte <3, estamos começando o ano com bug! Criei um projeto C# e depois transformei ele em MVC, fazer aquelas referencias na mão é hard. Fiquei com um erro chatão que não é nem um pouco auto explicável. O bendito era:
“Could not load file or assembly ‘DotNetOpenAuth.Core, Version=4.0.0.0, Culture=neutral, PublicKeyToken=2780ccd10d57b246’ or one of its dependencies. The located assembly’s manifest definition does not match the assembly reference. (Exception from HRESULT: 0x80131040)”

Para resolve-lo basta checkar o Copy Local como true na referencia do MVC.

Problema resolvido e happy new year!

Diário de Bordo – Belo Horizonte MG

A Vida De Viajantes alternativos sempre reserva surpresas. Às vezes, bastante interessantes.
Como sempre munidos de pouco planejamento e muita curiosidade, embarcamos na quinta de manhã rumo Belo Horizonte. Primeira surpresa: nosso voo era pra Confins. Fazendo um paralelo com São Paulo, é como se divertimos ido pra Guarulhos, e o desafio era chegar em São Paulo de verdade. Depois de descobrir que o Táxi custaria por vota de 95 reais, achamos um ônibus que levava até o outro aeroporto, o da Pampulha, por 8,90. Lindo!
Chegamos na lagoa da Pampulha. E nossa hospedagem era do outro lado dela. Resolvemos ir andando mesmo. Um pouco mais de 1 hora de caminhada e já conhecemos Mineirão, Mineirinho e uma ou outra paisagem da lagoa. O achado do dia: Um ponto de caldo de cana e frutas que vendia pedaços de abacaxi gelados a 2 reais.
_ O abacaxi mais doce que você vai comer!
Nosso desafio seguinte foi encontrar o número do lugar na rua. De repente era 400, depois o 621, depois o 570.. Quer dizer, negócio foi usar a sorte!
Nossa hospedam merece uma descrição a parte! Descolamos a hospedagem através do Airbnb, ou seja, uma casa onde a dona aluga quartos em um espaço compartilhado. Tinha tudo pra dar problema, mas não deu! A dona da casa, a Lily
_ Ele i ele ipsolon desde pequena!
Uma coroa superprafrentex recebeu a gente com toda a simpatia. O lugar, um quintal grande com galinhas, horta, árvores e vários puxadinhos. Ela nos acomodou em um pequeno apê no segundo piso, com sala, cozinha, banheiro e 2 quartos. Um seria nosso e o outro de um casal que chegou mais tarde. A sala, com dois sofás antigos e uma mesa cobertos com colcha de crochê e uma estante com tv, micro system e um toca discos. do lado, uma coleção de LPs de quem curtiu Woodstock. A cozinha com geladeira, fogão, pia e tanque, também tinha alguns utensílios disponíveis pra nisso uso compartilhado com o casal. Enquanto nos acomodávamos a Lily quis saber se precisávamos de algo e nos ofereceu, primeira lição de mineirês:

Lado Norte da Lagoa

_ Dentifrício. Vocês trouxeram?
Eu logo pedi pra que repetisse o nome local pra pasta dental pra que eu pudesse anotar.
Devidamente acomodados, partimos para o almoço. Um self-service próximo a hospedagem, chamado Toca do Côco, onde deu pra experimentar o famoso feijão tropeiro de Minas e aprender a segunda lição de mineirês. Aqui todo salgado em pacotinho é “chips”, inclusive batatas Ruffles.
— Cobra aqui no débito, por favor.
— (ler com sotaque mineiro) O chips também é de vocês?
— O que?
— (ler com sotaque mineiro) O chips!
— A Ruffles?!
— Isso!
(anotado)
Resolvida a questão alimentar. Próxima etapa, como bons turistas alternativos que somos, alugar bicicletas. Descobrimos através do site que a locadora de bicicletas ficava, apenas, do outro lado da lagoa. Nessa caminhada descobrimos que o lado Oeste-Norte da lagoa da Pampulha não tem lagoa. Só se vê mato (e plaquinhas escritas “Lagoa da Pampulha”, quer dizer). Mas as casas residenciais e locais para eventos são tão pomposas quanto nas outras margens.
O rapaz da locação de bikes tinha a simpatia comum aos mineiros que conversamos.
_ Tem diária sim. A gente bota as bicicleta novinhas lá procêis. A com marcha é 80 o dia a comum 40.
_ A gente gosta de pedalar sem marcha mesmo! 😀
Lembrar de levar cadeado da próxima vez que pretendermos alugar bikes, tivemos que comprar um. Bikes no pedal, seguimos pedalando no entorno da lago, sentido horário, conhecendo o Complexo Niemeyer. Museu de Arte da Pampulha (MAP), Casa do Lago, Iate Tênis Clube, igreja de São Francisco. O MAP é, sem dúvida, o destaque do complexo. As curvas características da arquitetura Niemeyer, jardins de Burle Marx (precisando de um cuidadinho) e lindas esculturas. Gastamos algumas horas nas gramas do MAP que oferecem vista pra lagoa com sombra e brisa fresca.
_ Moça, pode me dizer onde tem um mercado por aqui? Ou padaria com mercadinho?
_ Oh.. Cês seguindo essa rua aqui, depois da praça nova lá mais adiante, tem uma padaria. Mercado, mercado mesmo só depois do Mineirão.
Como “depois do Mineirão”, provavelmente, significaria subida, fomos atrás da padaria. Depois de pedir informação pra mais duas pessoas diferentes descobrimos o real sentido do “logo ali” do mineiro: longe toda vida.
O nosso segundo dia foi o dia de explorar a cidade no pedal. Resolvemos dar a volta pelo lado Norte da Pampulha, pra passar na locadora e dar uma acertada nas bikes e depois descer pela Presidente Antônio Carlos até o Centro de BH. Em uma nova comparação com São Paulo, seria como pedalar da Vila Mariana até o Capão, pela 23 de Maio com as subidas e descidas da Vergueiro. Os mesmos 22 quilômetros. Com as nossas bicicletas não preparadas para o percurso já é possível imaginar o quanto estávamos mortos ao final. Mas a nossa falta de fôlego quase nos causou problemas. Pois por desistir de um viaduto tentando evitar mais uma subida, pegamos um atalho por uma passarela de pedestres que quase saiu caro demais.

Nossas bikes

_ Oi?! Sabe me dizer se aquela passarela vai dar próximo à rua Curitiba?
_ Oh! Vai sim sabe. Só ceis descer e tem um caminhozim assim, ele vai dar nela.
_ Legal.
_ Mas eu tenho um caminho melhor procês. Cês vai pela passarela, daí tem um caminzin assim, cês pegam ele e vai dar nela.
_ Bacana, brigada.
_ Mas oh! Eu tenho um caminho melhor ainda. Cês vai pela passarela, daí tem um caminzin assim, bem ali de frente, cês pegam ele e vai dar nela.
Até agora não sabemos se o cara mudava de ideia a cada novo caminho, ou ele tinha algum tipo de toque. Passamos pela passarela que mais parecia uma feira-livre de tudo o que pode-se imaginar. A tal passarela terminava em uma região conhecida por Lagoinha. E a pior ideia que tive foi parar pra comprar uma água.
_ Olha água geladinha um real a garrafa!
Em dois minutos fomos abordados por três diferentes pessoas pedindo dinheiro, uma delas vendendo uma luzinha de alerta de bicicleta quebrada, os outros só pedindo grana mesmo. E na situação mais tensa da viagem. O terceiro tentou, sem muito disfarçar, levar minha carteira. Mas tropeçou e a ação dele, pra minha sorte, não deu certo. Saímos dali o mais rápido possível e poucos quadras a frente parecíamos estar em outra cidade. Prédios novos e bonitos, árvores estrondosas, um centro lindo.
No centro de Belo Horizonte existe uma praça chamada Praça da Liberdade.
_ Um lugar que vocês não podem deixar de conhecer é a Praça da Liberdade, ou como o povo fala por aqui, pazdaliberdade.
Ali se concentra o Circuito Cultural da Liberdade. Recomendadíssimo! São vários museus incríveis. Conseguimos visitar o da UFMG, de história natural, evolução humana e do universo, tem inclusive um planetário que infelizmente não conseguimos conhecer. E o Memorial de Minas Gerais Vale, com 4 pavimentos falando da história, artistas e autores de Minas. Ambos museus bastante hightech, com elementos sensacionais. Deu tempo ainda de curtir um artista de rua de qualidade que tocava um violão ótimo na praça, antes dos 22km de volta, pela Dom Pedro e a Carlos Luz (porque quanto mais caminhos diferentes se faz, mais coisas legais se conhece).
Acordamos pro terceiro dia em BH destruídos, por mais pedalantes que sejamos, não é todo dia que fazemos 45km de ladeiras em bicicletas simples. O programa da manhã incluiu uma visita ao Mineirão, ou ao lado de fora dele, que foi o que conseguimos conhecer. Mais uma meia volta na lagoa, assistir à um duelo de MCs no Museu de Arte na Pampulha e o melhor almoço mineiro do feriado. Um espeto à parmegiana com queijo de Minas no restaurante Churrasquinho da Lagoa. Até a vegana do rolê se fartou nas batatas fritas com temperinho especial, sensacionais e nas deliciosas mandioquinhas fritas. Recomendado.
Fim do terceiro dia, bicicletas devolvidas, mais meia volta, agora a pé, na lagoa pra voltar pra hospedagem, e nossa última lição de mineirês, uma guria local que ouvia um funk no seu radinho em um dos mirantes da Lagoa:
_ Essa tua tatuagem é muito esparrada.
Um olha para o outro.
_ Desculpa. A gente não é daqui. É muito o que?

Pampulha da Casa do Baile

_ Esparrada. Chama atenção assim sabe?! Que todo mundo quer.
Pra fechar nossa estadia em Belo Horizonte, havíamos combinado com o filho da Lily, estudante de gastronomia, um jantar vegano a critério dele. O casal que era nosso companheiro de hospedagem, também agregou a ideia e tivemos um jantar super agradável e saboroso, com alguns pratos que eu não lembro o nome, e um monte de troca de ideias com nossos companheiros de hospedagem e o anfitrião.
Um passeio pela borda do parque ecológico pra respirar a noite belo-horizontina e acordar cedinJuho para voar de volta pra casa.

O saldo desses três dias passados em Belo Horizonte foi bastante positivo. Algo que recomendo a qualquer um que for conhecer um lugar novo é: ande a pé ou pedale. Pergunte sobre tudo o que não conhecer. Converse com pessoas na rua. Troque cultura, ideias, sotaques, histórias, experiências. Certamente sua viagem será bem melhor aproveitada e as melhores lembranças trazidas na volta pra casa serão as recordações.

ps. Não deixem de clicar nos links ao longo do texto

O texto acima é um oferecimento @CrisFSantana (http://euarticulando.blogspot.com.br/2013/11/diario-de-bordo-belo-horizonte-mg.html).

Python – Conferencia brasileira 2013

Alou terraqueos! Voltando aqui com uma linguagem diferente do habitual (que eu acho bem louca, mas nunca tinha parado pra futucar mais fundo): PYTHON.

Ela e Ruby são as linguagens que eu acho mais bonitas na atualidade, não desmerecendo minha linda C#, são focos diferentes… não tem como não gostar de uma linguagem que obriga edentação, a nao ser que você faca parte do bonde-do-codifico-com-a-bunda.
Apareceu a oportunidade de ir na conferencia e apesar de eu (quase) não manjar picas dela (eu acredito que nao existe um programador que nao manje nada de uma linguagem, pra mim programador se vira com qqr uma) eu fui que fui, aproveitar para conhecer Brasilia também.

Eu sou bem fã de conferencia: resumo de conteudos interessantes e voce vai filtrando para ver o que quer focar, é bem eficiente quando você ta naquela fase preguiça de correr atras. É um live feed, rs. E além de tudo eu também queria ver dos palestrantes da Globo.com como eles faziam os frameworks web do Python ficarem performaticos (eles tem bastante fama de ‘lentos’), saber mais opções para web tirando o Django e etc. etc..

Das minhas anotações de coisas relevantes para passar um tempo nerdiando foram:

Django – que tem como forte a admin e orm.
Tornado – que é escalavel e tem async.
Flask – um cara mais simples, onde você escolhe os plugins adicionais.
Web.py – reza a lenda que é melhor começar por ele, mais easy use.

Para templates tem o Jinja2 e o Cheetah.

Para Android o Kivy e o SL4a.

Nginx (servidor proxy, cache, blabla) e Crab (sistema de recomendação) são extras!

E sobre a performance: o negócio é desvincular do framework, basicamente eles costumam gerar htmls puros que são gerados de tempos em tempos e tcharan! Simples como a vida.

Vou fazer uns testes com Python nos proximos posts, então já vamos instalando http://www.python.org/download/releases/3.3.2/ 🙂

Por fim… Brasilia é linda, arquitetura para deixar qualquer um boquiaberto, de noite é linda++. Tem pontos ruins para quem não é muito fã de carro: as coisas são distantes, não tem calçadas, quase ninguem se locomove de bicicleta e é um calor da bixiga. Mas vale a pena conhecer.

Fuckin’ filmes de setembro

Eu gosto de ver filmes, pra caralho… apesar de não conseguir ver muitos e ter problema de dormir no meio (ou no começo).

Esses tempos comecei a usar o Netflix (nao achei MUITO bacana, mas faz jus ao custo vs beneficio) e a pouco tempo tambem entrei em um grupo de afinidade sobre cinema no trampo… desde entao to com uma lista de classicos pendentes aqui. Acontece que esse mes eu vi 5 filmes que PQP! Que combo! Precisava registrar (alem de compartilhar por ai).

Ferrugem e osso

História de um cara que precisa cuidar do filho que mal sabia que existia, ele muda um pouco a rotina com isso, conhece uma menina trampando de segurança em uma balada e depois ela sofre um acidente, depois disso eles iniciam um contato.
É relacionamentos afetivos e dia-a-dia visto de uma maneira que eu nunca tinha visto no cinema, sem clichês. Surpreendentemente diferente.

Beleza americana

“Um pai suburbano deprimido em uma crise de meia-vida, decide mudar de vida depois de desenvolver uma paixão por uma amiga de sua filha.” Fora as historias em paralelo da própria amiga da filha, da filha, do namorado da filha. Tudo top. All is full of love.

Dragão vermelho

Hannibal é uma trilogia que eu estou me devendo a muito tempo, acho absurdamente interessante historica de psicopatas, inclusive costumo definir meu “estilo de filme preferido” como “algo que aborde pessoas com problema psicologicos”, me prende para porra, dá vontade de ver 563 vezes. Esse é o segundo filme, não aborda muito a historia do Lecter e sim de um outro psicopata que é fã dele que abusa e sacrifica mulheres. Como eu disse, me apetece, sou suspeita para falar sobre…

Irreversible

O filme tem uma cronologia inversa… é pesado e intenso. Soundtrack pelo Bangalter.
Não tem como dar errado.

Into the wild

Um dos melhores que já vi ever. Fotografia do caralho com umas paisagens esdruxulamente lindas! Soundtrack impecavel. Atuações fodas. É uma viagem interior mesmo!

Assistam quantas vezes puderem, recomendo cegamente.

Sobre férias e a eurotrip

Estou na primeira ferias da minha vida, puta sensação maravilhosa de não se preocupar com o que você precisa resolver amanha, bem bom mesmo. Desde meu first trampo, a 7 anos atras (tô velha) eu nunca havia tido essa chance. Acho que vou virar hippie.

Aproveitando a chance de ficar de boa, mais todos os anos acumulados de ferias que não tirei, mais um pouquinho de poupança e uma cia foda disponível (@rodrigosansao), encarei a eurotrip (como é visível no post anterior) .. eu queria tirar Londres, o Hellfest e a Alemanha só dos sonhos. Só tinha dois problemas: sou claustrofóbica e tenho medo de altura. A ideia de ficar 15hrs com a bunda num trambolho fechado a 3km de altura me dava tontura. Mas … foda-se, vamos!


Tudo a Deus dará como a gente gosta! 😛

Dusseldorf: foi só um dia de conexão mas foi foda, o lugar é lindo, bem cidade de interior que você vai pra passar com a familia jogando truco,  comendo pra porra e conversando enquanto admira a paisagem do lugar. Todo mundo usa bike. Alem de ser a terra natal do Diary of Dreams (descobri só depois e caguei nas calças com delay).

Hamburgo: cidade portuária lindíssima, a arquitetura é brutalmente magnetica! As pessoas são ótimas, tem muito puteiro e sex shop (fiquei na rua certa). E os parques são sensacionais!

Depeche mode

Berlim: cara, é bem bonitona, mas tao caótica quanto SP. Eu queria mesmo era conhecer a noite EBM de la, mas passei começo de semana, so …

Nantes: não esperava um tostão furado desse lugar, acho que foi por isso que ficamos tao surpreendidos! FDS a galera faz baladas na rua, frequentada por todas as idades, bem vida boemia mesmo. Tinha castelo e catedral bem próximo ao centro, bem surreal. Muita charmosa.

Hellfest

Paris: suvaco suado define. Gente do céu, o que é aquele cheiro? Mas a cidade é bem charmosa, como falam mesmo. O pessoal adora um picnic com cachaça com os familiares/amados em volta da Torre Eiffel, vibe gostosona.

Amsterdam: bike, maconha (a cidade cheira a erva!), sexo e uma cidade lindíssima. É bem indescritível. 🙂

Londres: CARALHAS! Que cidade maravilhosa! Diversidade cultural admiravel (adoro como os europeus parecem estar cagando para que os outros pensam), parques fodas, monumentos turistais bem bacanas … não sei nem o que estou fazendo no Brasil ainda. Único ponto ruim é que la tem cheiro de suvaco too, que parecem vir dos indianos (e tem mais indiano que a Índia).

Varias presepadas lá que vão ficar pra historia! Hahahah
http://www.flickr.com/photos/lekaverta/

E sobre os cagaços: Preciso de novos!

Surftime – Internet: mundo infinito?

Ha quase dois meses eu instalei o Surftime no Chrome. Hoje eu tava vendo um infografico de tempo gasto em rede social e lembrei de ir olhar os frutos dessa extensão, hahaha.
Pelo que percebi, ele separa por maquina, essa é a maquina do trampo, unico lugar que eu tenho navegado ultimamente (consuming me!). Minha maquina pessoal virou um servidor de download: eu acesso remoto, baixo e assisto/escuto depois.

Youtube é extensão do meu cérebro, junto com meu iPod, então fica em background aqui no monitor auxiliar.
O Face, o Twitter, Gmail e outras redes sociais são umas medidas meio burras, né? A abinha fica ali só no push enquanto você tá pouco se fodendo.
Agora o Reddit, Feedly, Last.fm e o Stackoverflow (e o Google os indexando) já contem todo o conteudo que eu consumo diariamente.

Curti ter essas métricas, fez eu perceber que tô precisando trabalhar menos, vulgo consumir mais, rs.

Impressionante como até na internet vivemos numa bolha, né? Sempre os mesmos locais.
Welcome to my bubble!

AutoMapper – mapeamento chato de objetos

Sabe quando voce tem aquelas quase replicas de classes? Aquele contratinho semi igual a uma classe sua de dominio? Nao deixe de cria-lo por preguica de mapea-los, expor seu objeto de negocio é coisa do capeta.

Ou quando temos um objeto de um legado que muda apenas uma propriedade. Olha esse codigo:

public class ClasseVelha
{
	public decimal Valor { get; set; }
}
 
public class ClasseJuvenil
{
	public int Id { get; set; }
	public decimal Valor { get; set; }
}
 
public ClasseJuvenil Mapear(ClasseVelha velhaco)
{
	AutoMapper.CreateMap<ClasseVelha, ClasseJuvenil>()
			.ForMember(dest => dest.Id, opt => opt.Ignore());
 
	return Mapper.Map<ClasseVelha, ClasseJuvenil>(velhaco);
}

Obs. O codigo acima foi criado no notepad++ e pode conter erros, rs.

O AutoMapper faz todo o trabalho sujo pra gente, e ainda com essa sintaxe lindona. Tem bastante exemplo no GitHub.

Sejam felizes! 🙂

Pingado – Monitoramento de webservices

SOA! Ando respirando isso, ai ai. Lembro a 2 anos atras quando eu queria pq queria viver isso day-by-day … Demorou, mas estou aqui, ein? Hehehehe. E ainda bem que demorou, hoje entendo a maturidade que um dev precisa ter para levar um projeto bacana nessa arquitetura .. seguimos aprendendo! But let’s go 🙂

A vida não é só flores e amor, preciso medir a disponibilidade de um projeto … preciso de alertas para manter essa disponibilidade caso ela esteja em risco. Como tudo é serviço, uma das maneiras que pensei em manter o espirito de escoteiro (SEMPRE ALERTA!) é pingando os benditos! Incrivelmente não achei nada free para fazer isso, estou cheia de coisas para testar (windows 8, visual studio 2012, github, frameworks, etc.) entao resolvi dar um start nisso. Vamos ver até onde vou!

FIRST STEP, instalar esse ambiente que quero testar.

Windows 8 tá muito rápido e a usabilidade dele tá maneira. É meio chato de inicio porque já estamos no modo automatico com a barra de inicialização e tal, mas uma semaninha usando como usuario n00b e já estou bem familiarizada. Ele é bonitão e não achei nada contra ainda além de ter que ter conta na live. Bug todo mundo tem então … pls, don’t tell me that gave a blue screen.

http://www.reddit.com/r/windows8/comments/1d3dok/why_dont_people_like_windows_8/
http://www.techradar.com/reviews/pc-mac/software/operating-systems/windows-8-1093002/review
http://www.reddit.com/r/windows8/comments/168ybd/windows_8_is_a_fantastic_os_why_do_so_many_people/

Visual Studio 2012: IDE mais sensacional não ha! Acho que é ela quem mantém meu relacionamento sério com o .NET. Dá um look http://msdn.microsoft.com/en-us/library/vstudio/bb386063.aspx.

Cadastrinho maroto no Github. Eu havia feito um teste já acompanhando o curso da Code School: Try Git. Recomendo, é free e objetivo.

Instalei também o plugin para o VS.

E claro, meu tema preferido do VS. Aqui tem mais: http://studiostyl.es/.

Ambiente semi pronto, proximo post tem codigo com farinha.